A Família e a Educação para a Individualidade na Sociedade Moderna (por Sílzen Furtado)
Histeria masculina (por Marcus Quintaes)
O beijo desejante da Anima na adolescência (por Marcus Quintaes)
O Mito de Perséfone na Prática Clínica (por Sílzen Furtado)
Você tem sonhos junguianos? – Mitos em Jung (por Farley Valentim)
A divergência entre Freud e Jung (Vol. IV)
A Estrutura da Alma (Vol. VIII/2)
A Sincronicidade (Vol VIII/3)
Considerações teóricas sobre a natureza do psíquico (Vol. VIII/2)
Determinantes psicológicas do comportamento humano (Vol. VIII/2)
Instinto e Inconsciente (Vol. VIII/2)
Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo (Vol. IX/1)
O homem e seus símbolos: Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
O desenvolvimento da personalidade (Vol. XVII)
Primeira Conferência (Vol. XVIII/1)
Psicologia do Inconsciente (Vol. VII/1)
Psicologia e religião (Vol. XI/1)
Sete sermões aos mortos (em Memórias, Sonhos, Reflexões)
Tentativa de uma interpretação psicológica do Dogma da Trindade (Vol. XI)
Um mito moderno sobre coisas vistas no céu (Vol. X)
Uma busca interior em psicologia e religião
A energia psíquica que está ligada a idéia e a imagem de Deus não desaparecem pelo simples desejo da consciência. Sob que formas essa energia indestrutível está reaparecendo agora na psiquê ? Sob que formas ela se apresenta na sociedade moderna?
Trechos sobre Arquétipo nas Obras Completas de C. G. Jung (por Sílzen Furtado)
A espiritualidade em Jung
A base essencial de nossa personalidade é a afetividade . Pensar e agir são, por assim dizer, meros sintomas da afetividade. (…)
Referências sobre arquétipo retiradas da obra de Jung
Mito: Dioniso (por Maria de Fátima Barreto)
Esquizofrenia (por Tatiana Simões)
Mito: Faetonte (por Ana Leal)
Jornada Arquetípica da Alma (por Vera Lúcia Rocha)
A opus alquímica e a psicoterapia (por Francisco Masan)
O Si-mesmo e o Mito Cristão (por Margareth Maldonado)
Os rituais sagrados do cotidiano (por Íris de Sá)
Filosofia e Espiritualidade
Para uma melhor compreensão de si mesmo é preciso colocar um olhar psicológico e espirítico na história do pensamento humano, para ter acesso a conceitos e idéias, com as quais afina e outras que não compreende ou que não aceita. (…)
Função Transcendente
Este processo, acima descrito, eu o designei em sua totalidade como função transcendente. Não entendo por “função” uma função básica, mas uma função complexa, composta de outras funções; e por “transcendente”, não uma qualidade metafísica, mas o fato de que por esta função se cria a passagem de uma atitude para outra. (…)
Símbolo
Em minha concepção, o conceito de símbolo é bem distinto do simples conceito de sinal . Significado simbólico e semiótico são coisas bem diversas. Em sentido estrito, FERRERO não fala, em seu livro, de símbolos mas de sinais. (…)
Aparelho Psíquico
Aparelho psíquico – Expressão utilizada para significar a psiquê ou a totalidade do psiquismo inconsciente e consciente. Nele se situam todos os processos psicodinâmicos. Nele estão as estruturas dinâmicas de identidade e de relação, além do Self. As primeiras são o ego e a sombra, as segundas são a persona e a ânima/ânimus. (…)
Arquétipo
Arquétipo – São estruturas virtuais, primordiais da psiquê, responsáveis por padrões e tendências de comportamentos comuns. São anteriores à vida consciente. Não são passíveis de materialização, mas de representação simbólica. Para Jung, são hereditários e representam o aspecto psíquico do cérebro. (…)
Complexo
Complexo – São conteúdos psíquicos carregados de afetividade, agrupados pelo tom emocional comum. São unidades vivas dentro da psiquê inconsciente e que gozam de relativa autonomia. Eles se formam no inconsciente, de forma involuntária e a partir das várias experiências da vida. (…)
Consciência ou Consciente
Consciência ou Consciente – Atitude psíquica que envolve conteúdos, com forte carga de energia, acessíveis ao ego. Sua base e origem é o inconsciente. Difere do eu ou ego pelo seu conteúdo amplo e por ser seu campo de atuação. Geralmente se opõe ao que há no inconsciente. (…)
Energia Psíquica
Energia psíquica – É a energia vital que impulsiona o ser humano em seu processo de individuação. Através dela, existente na psiquê de cada ser humano, vive-se as experiências necessárias para o desenvolvimento da personalidade. É a energia que promove a vida e faz com que ela aconteça.(…)
Eu ou Ego
Ego . É o sujeito da ação consciente. Num certo sentido é o primeiro complexo a se formar na consciência, sendo seu centro. Estrutura-se a partir do inconsciente e é, muitas vezes, confundido com o centro organizador e diretor do aparelho psíquico. Conhecer a si mesmo não é conhecer o eu ou ego, que só conhece seus próprios conteúdos, mas, também, aquele centro organizador. (…)
Extroversão
Extroversão – É o movimento promovido pela energia psíquica na direção do objeto externo. O sujeito é mobilizado pelo objeto externo, atribuindo-lhe um valor maior do que o que ele tem. (…)
Inconsciente
Inconsciente – Constitui-se de conteúdos sem energia psíquica suficiente para atingir a consciência. É a parte da psiquê onde se encontram os conteúdos arquetípicos. Jung diz que o inconsciente “é a fonte de todas as forças instintivas da psique”. (…)
Individuação
Individuação – É um dos conceitos centrais da Psicologia Analítica de Jung. É o processo de desenvolvimento da personalidade pela diferenciação psicológica do eu. É um processo no qual o ego visa tornar-se diferenciado da coletividade, embora nela vivendo, ampliando suas relações. (…)
Introversão
Introversão – É o movimento da energia psíquica na direção de conteúdos internos da psiquê. É uma espécie de regressão da libido no psiquismo humano. (…)
Persona
Persona – É um complexo funcional que permite ao ego apresentar-se e adaptar-se a situações externas ligadas à convivência. O termo persona deriva das máscaras que os atores gregos usavam para os diversos papéis ou personalidades que interpretavam. (…)
Personalidade
Personalidade – É a atitude externa de uma pessoa, em determinado ambiente, que envolve seu caráter, princípios, valores, sentimentos e demais aspectos acessórios, característicos da individualidade. (…)
Psiquê
Psiquê – O mesmo que mente. É um fenômeno de exteriorização ou manifestação do Espírito, sendo-lhe órgão funcional que se localiza no perispírito. Através dela, ele consegue manipular a matéria. (…)
Self
Self – É o arquétipo da totalidade, isto é, tendência existente no inconsciente de todo ser humano à busca do máximo de si mesmo e ao encontro com Deus. É o centro organizador da psiquê. (…)
Si-Mesmo
Si-Mesmo – É a individualidade humana, completamente desvestida dos aspectos coletivos inerentes à personalidade. É o Espírito, enquanto essência, princípio inteligente individualizado (…)
Sincronicidade
Sincronicidade – É o conceito usado por Jung para designar dois ou mais eventos que parecem ter uma correlação, sem que se encontre um nexo causal entre eles. É um princípio de conexões acausais. (…)
Sombra
Sombra – Representa o que não sabemos ou negamos a respeito de nós mesmos. A sombra é o arquétipo que representa os aspectos obscuros da personalidade e desconhecidos da consciência e que estão mais acessíveis ao ego. (…)
Supra-arquetípico
Supra-arquetípico – São tendências divinas a que todo ser humano está sujeito, além daquelas internas, direcionadas pelos arquétipos. É aquilo que obedece a leis universais, por enquanto, sem qualquer possibilidade de manipulação pelo humano. (…)
C. G. Jung: seu mito em nossa época (por Marie-Louise von Franz)
A Sombra e o Mal nos Contos de Fada (por Marie-Louise von Franz)